sábado, 26 de julho de 2014

Relato traduzido da revista da SGI Uk




Tenha coragem! Nunca ser derrotada! 

Através de por as orientações do Presidente da SGI em pratica, Tatiana Nogueira foi capaz de atingir o impossível na vida dela. 


Eu sou originalmente do Brasil, mas eu tenho estado vivendo em Londres desde 2008. 

Em 1981, eu estava com 8 anos quando minha mãe encontrou o budismo e começou a recitar ( orar). Ela nunca me forcou a recitar mas ela sempre dizia que esse budismo nos lideraria para um estado de vida de absoluta felicidade e que eu conseguiria transformar o impossível em possível  recitando o Nam-myoho-renge-kyo.

Portanto eu comecei a recitar, principalmente porque eu via o quanto mais forte minha mãe tinha se tornado. Eu estava também inspirada em ver ela lutando fortemente pelo Kosen- Rufu. Ela esta ainda lutando fortemente pelo Kosen- Rufu no Rio de Janeiro onde ela vive e ultimo Dezembro ela celebrou o trigésimo segundo aniversario de recebimento do Gohonzon.

No inicio eu recitava e ia nas atividades do budismo com minha mãe. Logo mais tarde eu comecei a participar nas atividades para as crianças chamado 'grupo 2001' e na banda de pifanos e tambores para meninas ( KOTEKITAI). 

Através dessas atividades, eu aprendi muitas coisas sobre a pratica do budismo e sobre o presidente da SGI Daisaku Ikeda. Nos éramos encorajadas a ler A Revolução Humana e A Nova Revolução Humana que são novelas que contam o desenvolvimento da organização, para compreender a relação de mestre e discípulo.  Nos também liamos revistas e jornais  da SGI  que incluía que tinham orientações do presidente Ikeda e frases e passagens dos goshos ( cartas) dos escritos de Nitiren Daishonin.  

Eu lembro que eu amava tudo que o Presidente ikeda escrevia porque eu sentia-me encorajada e valorizada.  Eu não continha minha expectativa para receber o jornal semanal e ver o que ele tinha escrito para mim. Eu sentia desse jeito! Eu lia cada orientação do Presidente Ikeda como se todas as orientações tinham sido enviadas pessoalmente  para mim! Ele também encorajava os jovens a lerem bons livros e seguindo esta orientacao ajudou-me a desenvolver -me como um individual. Eu agora amo ler e estou escrevendo meu primeiro livro (novela e fantasia) para crianças. 

Quando eu estava com 14 eu recebi minha primeira responsabilidade como Líder  ( bloco) da divisão feminina de jovens. Eu tive a oportunidade de apoiar outras jovens mulheres.  


Em 1988, quando eu estava com  15 anos, eu fiquei muito doente com tuberculose e o medico contou a minha mãe que eu estava morrendo.   Minha mãe me disse:' Querida, você sabe que a sua situação e muito seria. Vamos mudar essa situação negativa juntas! . Você tem que recitar mais para transformar esse veneno em remédio ! E então ela compartilhou comigo a passagem do Gosho que diz:' Acredite neste Mandela com todo o seu coração!  : O  Nam- myoho-renge- Kyo e como o rugido de um Leão. Que doença pode ser um obstáculo?  

Aquela foi minha primeira oportunidade para ver como a pratica do budismo realmente funcionava.  Eu tinha que ter a comprovação naquele momento!  Eu recitei com uma forte determinação para me tonar saudável e também para ser capaz de lutar pelo Kosen-Rufu.  Eu também queria estabelecer uma forte relação com meu mestre e, como ele, viver pela felicidade das pessoas. Eu orei muito deitada na cama e eu acredito que isso ( minha decisão) ajudou-me a desenvolver  uma forte forca na vida que, durante o tratamento eu estava recebendo,  ajudou meu corpo a se tornar saudável( se recuperar). Quando eu pude andar eu ensinei o   Nam-myoho-renge-kyo a duas pessoas. 

Um mês e alguns dias mais tarde eu deixei o hospital. Eu estava em boas condições de saúde para participar do festival dos jovens da SGI, onde eu dancei com mais de 200 meninas!! 

Eu comecei a participar em todas as atividades possiveis e eu pude propagar esse budismo para cinco pessoas que receberam o Gohonzon. 

Em 1993 Presidente  Ikeda foi no Rio de Janeiro e eu encontrei ele duas vezes. Primeiro quando ele chegou ao Centro Cultural  to Rio de Janeiro e segundo quando ele participou no festival onde eu toquei saxofone. Naquele dia eu fiz um juramento de encontra-lo de novo e ser capaz de compartilhar minhas vitorias. . 

Com o espirito de gratidão de ter transformado muitas dificuldades, eu fui ao Japão em um curso dos jovens em 2001. Eu encontrei o  Presidente  Ikeda seis vezes durante o curse e durante um dos encontros com o Presidente Ikeda ele nos convidou para tirar uma foto com ele. A divisão das mocas do meu grupo tirou uma foto com ele. Aquele foi ( e será) um momento inesquecível na minha vida! Na foto, eu estou em pé atras do ombro dele. Eu disse para ele no meu coração:'  Eu irei proteger o senhor com minhas vitorias na vida!' Depois da foto ele disse para nos:' ’ Vocês são belas! Por favor nunca sejam derrotadas! Coragem, Esperança! Cuidem bem da saúde e cuidem bem dos seus pais! 

Quatro anos mais tarde, em 2005, eu fui viver em Portugal. Eu apoiei as atividades da Soka Gakkai em Portugal fazendo atividades para as crianças, que apresentávamos nas reuniões. Uma vez o Presidente Ikeda enviou uma carta contando que estava ciente e feliz com as nossas reuniões. 

Minha mãe também foi viver em Portugal e nos viajamos juntas em muitos países. E eu também tive a grande boa sorte de encontrar meu marido Giose e nos viemos juntos para Londres para estudar o inglês e ser capaz de realizar um dos meus objetivos de trabalhar com educação. 

Mudar para Londres foi um incrível desafio porque eu não falava inglês quando eu cheguei. Contudo eu nunca duvidei do poder do Nam-myoho-renge-kyo, e eu sabia que se minha vida estivesse conectada com a vida do Presidente Ikeda eu não precisava temer o que estava por vir. 


Mesmo com meu pobre inglês eu fui participar da reuniões do Budismo em Maida Vale. Eu não fui capaz de entender o que as pessoas estavam dizendo na reunião mas eu queria ainda contribuir de alguma forma, então eu fazia convites e lembrancinhas para as próximas reuniões. 

Eu me escrevi em uma escola de inglês para europeus, e eu terminei o curso em 4 anos mais tarde. Eu consegui um visto para viver e trabalhar aqui por cinco anos. Então eu comecei a trabalhar meio expediente e entrei na universidade fazendo um curso de escrita criativa.

Em julho de 2011 meu período estava atrasado. A principio, eu achei que podia estar gravida e comprei um teste de gravidez. Depois decidi esperar o próximo mês para ver se meu período viria. Contudo, o período não veio.  

Em setembro, quando meu período tinha ainda não vindo, eu comecei a sentir estranhos sintomas, incluindo calor, me sentindo quente, palpitação no coracao, dor de cabeça, ansiedade, cansaço e insônia. eu finalmente fui ver o medico no final de novembro. Eu tive um exame de sangue, e alguns dias mais tarde, a medica me contou que eu estava indo para uma menopausa precoce. Eu estava com 38 anos. 

Menopausa e  o processo de finalização das funções primarias dos ovários e normalmente ocorre em mulheres entre os 45 a 60 anos. Portanto, o medico me deu a pior noticia- Eu nao podia ter um filho!. 

Por tanto tempo eu posso lembrar eu sempre quis ter meus próprios filhos, mas meu marido e eu estávamos esperando eu terminar a faculdade. 


A medica foi muito amavel e ela temtou me encorajar a pensar em adocao ou outros tipos de tratamentos. Então ela me perguntou como eu estava me sentindo diante daquela situação. eu contei a ela que eu era budista e que eu oraria para transformar minha situação. Ela ficou surpresa com minha resposta e disse que estava feliz com minha atitude positiva.  

Mas na verdade eu estava em chocada e liguei para meu companheiro Giose assim que eu deixei a clinica. Quando eu cheguei em casa eu orei e chorei e coloquei todo meu coração em frente de Gohonzon.  Apesar de muitas pessoas terem decididos não ter filhos, aquela nao era o que eu queria. Eu queria ter um bebe.  

Os dias que se seguiram foram bastante doloridos. Eu me esforcei para entender porque isso estava acontecendo comigo. Muitas palavras de encorajamento do Presidente Ikeda veio na minha mente e eu sabia que eu não podia ser derrotada.  

Eu decidi enviar meu exame de sangue para uma medica que também era membro da Soka Gakkai no Brasil . Ela confirmou que o resultado estava certo. Contudo, ela disse:" Agora como membro da SGI, eu acredito que você possa mudar qualquer situação negativa em sua vida através da recitação do Nam-myoho-renge-kyo, mesmo essa situação.  

Eu peguei as palavras dela em meu coracao e decidi recitar muito daimoku todos os domingos para transformar o veneno em remédio uma vez mais! Eu convidei muitas pessoas para recitar comigo, especialmente membros do meu grupo. Eu sou muito afortunada em ter todos esses membros em minha vida. Nos somos como uma grande família e nos nos apoiamos uns aos outros.

Em marco, depois de três meses recitando, eu procurei o medico de novo e pedi um novo exame de sangue. Apesar do exame ter apresentado alguns sinais positivos em meu sangue , ela disse que referente a gravidez o resultado seria o mesmo e eu ainda não poderia ter filhos.

Eu lembrei da passagem do dos escritos de Nitiren Daishonin que me ajudou em 1988 quando eu tive tuberculose. " Acredite neste mandala com todo seu coração. Nam-myoho-renge-kyo e como o rugido do leão, que doença pode ser um obstáculo?" 

No mês de maio meu período veio por dois dias. Eu contei a medica e ela me disse que era normal. Ela disse que apesar eu ter o pedido por um dia ou dois, a possibilidade de estar gravida e ser mãe era muito baixa, quase impossível. 

Em junho eu comecei a sentir mal de novo com mais sintomas que eu não tinha sentido antes, contudo eu achei que era por causa da menopausa e ao mesmo tempo eu estava resfriada. Eu comprei alguns remédios para a gripe e um deles dizia que gravidas não poderiam tomar, mas como eu não estava gravida, isso não seria um problema. 

Contudo, eu desejei confirmar primeiro e comprei têxteis de gravidez. Eu fiz o teste quatro vezes em diferente horas do dia, e cada vez que eu fiz haviam duas linhas indicando que eu estava gravida. 
Eu peguei os quatro testes comigo e fui ver a doutora. Ela estava chocada e me disse sem muita imploração que se eu estivesse gravida, seria um milagre. Então ela pediu um teste de sangue e pediu para eu esperar por três dias pelo resultado antes de começar a comemorar porque ela ainda não estava convencida duque eu estava gravida. Aqueles foram os três dias mais longos de toda minha vida!
Quando eu fui ver a medica novamente após os três dias ela disse:" Você esta gravida. Parabéns! Ela ainda assim me pediu para fazer uma ultra sonografia, mesmo sendo muito cedo ainda para um, porque ela ainda não conseguia acreditar completamente e queria ter mais uma confirmação.  

Se eu estava gravida tinha acontecido em por volta de maio quando meu período veio por dois dias! 
Eu fui fazer a ultra e a enfermeira me pediu para olhar na tela. Eu vi meu baby pela primeira 
Eu não posso explicar o que eu senti. Não era somente por causa do baby eu estava carregando na barriga. Era por causa do poder do Nam-myoho-renge-kyo, que eu tinha provado uma vez mais em minha vida.  

Agora, mais do que nunca, eu acredito na minha capacidade de transformar o impossível em possível, através da recitação do  Nam-myoho-renge-kyo e participando das atividades da Gakkai. 
Leonardo completou um ano janeiro passado e ele e nosso pequeno Leão. Ele e um adorável baby e amado por todos. Eu tenho muita gratidão pelo meu marido e pelos membros do meu distrito que vieram fazer daimoku comigo aos domingos. E mais gratidão ainda pelo meu Daisaku Ikeda,que sempre me encorajou através de suas orientações , poemas, livros e palestras. 

Eu gostaria de finalizar com uma orientação do sensei que me ajuda todos os dias: 

" eu estou orando e pedindo fervorosamente para cada um de vocês: Nunca seja derrotada! Tenha coragem! Tenha esperança!" 

1- Nichiren Daishonin, ' Reply to Kyo'o ( WND-1,p.412) l

2- Sgi Newsletter No. 8182, 16 March 2011. 


sábado, 24 de maio de 2014

Não há felicidade maior

Um dia meu marido me disse que gostaria de viver no Brasil para ver nosso filho crescer em uma organização da SGI ( SOKA Gakkai Internacional) que fosse forte na luta dos estudantes ( crianças). 
Fiquei pensativa... e também senti o mesmo desejo de ver meu filho crescendo no mundo da Gakkai como eu cresci, e um juramento veio imediatamente ao meu coração; criar uma organização que cuidasse do meu filho em Londres. 

Em Londres também tem departamento do futuro dos quatros níveis como no Brasil. Mas dentro da comunidade e reuniões para todas as divisões, não vejo muito a participação das crianças. Por muitos diferentes motivos; ir para cama cedo por causa da  escola no dia seguinte, pais que não praticam e não concordam que levem os filhos e até por não quererem incomodar as outras pessoas com os barulhos ( que Daisaku Ikeda meu mestre chama de musicas de Mozart) que as crianças fazem etc... 

As vezes nos budistas do budismo Nitiren  não temos noção da forca da nossa decisão, oração e do poder da lei mística que praticamos. Não lembro quantos meses se passou desde essa conversa com meu marido mas lembro que não foi muito tempo atras. E hoje o district ( comunidade/ grupo) que eu pertenço e sou a nova responsável das senhoras ( e geral) esta com 8 jovens. Leonardo e o primeiro com um ano e quatro meses, depois temos 3,4,5,7, 14,  e dois de 17. Esses vão as reuniões. E temos dois meninos de um membro que ainda não vão as reuniões e dois de uma chakubuku que vai as reuniões de vez enquanto. Nossa que alegria!!! 

Amanha terá a reunião oficial deles por area com os menores ( meninos e meninas) participando de piquenique e os maiores visitando um museu. 

Parece mentira que alguns meses atras essa luta dos estudantes estava adormecida simplesmente porque não tinha um forte juramento. Juramento esse que partiu de um desejo profundo de um pai e de uma mae. 


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Art of Living experience






Have courage! Never be defeated!

Through putting SGI President Daisaku Ikeda’s guidance into practice, Tatiana Nogueira was able to achieve the impossible in her life

I am originally from Brazil, but I have been living in London since 2008.

In 1981, I was 8 years old when my mother met Nichiren Buddhism and started chanting. She never forced me to chant but she always said that this Buddhism would lead to a life-state of absolute happiness and I could transform the impossible into possible by chanting Nam-myoho-renge-kyo.

So I began to chant, mainly because I saw how much stronger my mother had become. I was also inspired to see her working hard for kosen-rufu. She is still working hard inRio de Janeiro where she lives and last December she celebrated the thirty-secondanniversary of receiving Gohonzon.

In the beginning I chanted and went to the Buddhist meetings with my mother. Soon I began to take part in SGI activities for young children called the ‘2001 Group’ and the Fife and Drum Band for Girls. Through these activities, I learned many things about the Buddhist practice and SGI President Daisaku Ikeda. We were encouraged to readThe Human Revolution and The New Human Revolution, which are a novelised account of the development of the organisation, to understand the mentor and disciple relationship. We also read SGI magazines and newspaper which included guidance from President Ikeda’s guidance and extracts from the writings of Nichiren Daisonin.

I remember that I loved reading everything that President Ikeda wrote because I felt encouraged and treasured. I could not wait for the weekly newspaper to arrive to see what he had written for me. It felt like that. I read each of President Ikeda’sguidance’s as if they were a personal letter sent to me. He also encouraged young people to read good books and following this guidance helped me to develop as individual. I now love reading and I am writing my first novel and fantasy book for children.

When I was 14 I had my first responsibility as a young women’s leader. I had the opportunity to support other young women.

In 1988, when I was 15, I became very sick with tuberculosis and the doctor told my mother I was dying. My mother said to me: ‘Honey, you know your situation is very serious. Let's change this negative situation together! You have to chant more to transform this poison into medicine.’  Then she shared the following extract fromNichiren Daishonin: ‘Believe in this Mandela with all your heart. Nam- myoho-renge- Kyo is like the roar of a lion. What sickness can therefore be an obstacle?’  

That was my first opportunity to see how this Buddhist practice really worked. I had to see the proof at that very moment. I chanted with strong determination to become healthy and also to be able to work for kosen-rufu. I also wanted to establish a strong relationship with my mentor and, like him, live for people's happiness. I chanted a lotlying in bed and I believe that this enabled me to develop a strong life-force which, alongside the medical treatment I was receiving,  help my body to heal. When I could walk I taught two people how to chant Nam-myoho-renge-kyo.

A month and-a-half later I left hospital. I was fit enough to participate in an SGI youth festival, where I danced alongside more than 200 young women.

I started participating in as many activities I could and I shared this Buddhism with five people who went on to receive Gohonzon.

In 1993 President Ikeda came to Rio de Janeiro and I met him twice. First when he arrived at the cultural centre and second when he attended the festival where I played saxophone. On that day I made a vow to meet him again and be able to share my numerous victories.  

With the spirit of gratitude at having transformed many difficulties, I went to Japan on a youth division course in 2001. I met President Ikeda six times during this course andduring one of the meetings President Ikeda invited the young women from my group to take a picture with him. That was an unforgettable moment in my life. In the photo, I am standing behind his right shoulder. I said to him in my heart: ‘I will protect you with my victories in life!’ Afterwards he said to us: ‘You are so beautiful! Please never be defeated. Courage! Hope! Take care of your health and take care of your parents.’

Four years later, in 2005, I went to live in Portugal. I supported the SGI Portuguese organisation doing activities for children, who were also part of the discussion meetings. Once President Ikeda sent a letter telling us that he was aware and happy with our activities.

My mother also went to live in Portugal and we travelled together to many countries. I also had the great fortune to meet my husband Giose and we came to live in Londontogether to study English and be able to fulfil one of my goals to work in education.  

It was an incredible challenge as I could not speak English when we arrived. However, I never doubted the power of Nam-myoho-renge-kyo, and I knew that if my life was connected with President Ikeda’s life, I did not have to fear what was ahead of me.

Even with my poor English I went to attend Buddhist meetings in Maida Vale. I was not able to understand what people were saying in the meetings but I still wanted to contribute in some way, so I made invitations and gifts for the next meeting.

I enrolled in an English school for European citizens, even though I am not European,and I finished my course four years later. I got a visa which allowed me to live and work in the UK for five years. So I started working part-time and I began a course in Creative Writing at Birkbeck University. 

In July in 2011 my period was late. At first, I thought I could be pregnant and bought a pregnancy test. But it was negative. Then I decided to wait for next month to see if my period would come. However, it did not.

In September, when my period had still not come, I began to feel strange symptoms, including hot flushes and night sweats, heart palpitations, headaches, anxiety, tiredness and insomnia. I finally went to the doctors at the end of November. I had ablood test and, a few days later, the doctor told me that I was going through an early menopause. I was 38.  

Menopause is the permanent cessation of the primary functions of the human ovariesand usually occurs in middle aged women in midlife. So, the doctor gave me the worst news – I could not have a baby.

For as long as I can remember I have always wanted children of my own, but my husband and I were waiting until I had finished university.

The doctor was lovely and she tried to encourage me to think about adoption or othertypes of fertility treatment. Then she asked me how I was feeling about this situation. I told her that I was a Buddhist and that I would chant to transform my situation. She was surprised with my answer and said she was happy with my positive attitude.

But actually I was in shock and called my partner Giose straight after I left the surgery. When I got home I chanted and cried and poured my heart out to the Gohonzon. Although many people decide not to have children, that was not what I wanted. I wanted to have a baby.  

The following days were so painful. I struggled to understand why this was happening to me. Many of President Ikeda words of encouragement came to my mind and I knew I could not be defeated.

I decided to send my blood test results to a doctor who was also an SGI member inBrazil. She confirmed that the result was right. However, she said: ‘Now as a SGI member, I believe you can change any negative situation in your life through chanting Nam-myoho-renge-kyo, even in this situation.’

I took her words into my heart and decided to chant a lot of daimoku every Sunday to transform poison into medicine once more! I invited many people to chant with me,especially members from my district. I am so fortunate to have all of these membersin my life. We are like a big family and we support each other.

In March, after three months of chanting, I went to see the doctor again and asked fora new blood test. Although there were a few positive alterations in my blood, she said the result was the same and I still could not have a baby.

I remembered the extract from Nichiren Daishonin’s writings which helped me in 1988 when I had tuberculosis: ‘Believe in this mandala with all your heart. Nam-myoho-renge-kyo is like the roar of a lion.’

In May 2012 my period came for two days.  I told the doctor and she said it was normal. She also said that although I might have a period for one or two months the probability of pregnancy was very low, almost impossible.

In June I started to feel bad again with many symptoms that I had not felt before, however I thought that this was because of the menopause and at the same time I got flu. I bought some medicine for the flu and one them said that pregnant women must not take it, but I wasn’t pregnant so it wasn’t a problem.

However, I wished to check first and so I got a pregnancy test. I did the test four timesat different times of the day, and every single time there were two lines indicating thatI was pregnant

I took them all to the doctor. She was shocked and told me bluntly that if I was pregnant it would be a miracle. Then she did a blood test and asked me to wait for three days for the results before I started to celebrate properly because she was notconvinced that I was pregnant. That was the longest three days of my life!

When I went to see her, she said: ‘You’re pregnant. Congratulations!’ She still wanted me to have a scan, however, even though it was a little early for one, because she still couldn’t fully believe it and she wanted even more confirmation.

If I was pregnant it had to have happened in May around the time my period came for two days!

I went for the scan and the nurse told me to look at the screen. I saw my baby for the first time. I cannot explain what I felt. It was not only about the baby I was carrying. It was also about the power of Nam-myoho-renge-kyo, which I had proved once more with my life.

Now, more than ever, I believe in my ability to transform the impossible into possible, through chanting Nam-myoho-renge-kyo and participating in SGI activities.

Leonardo was a year old in January and he is our little lion. He is an amazing baby and so loved by everybody! I have so much gratitude to my husband and to the members from my district who came to chant with me on Sundays. And most of all to Daisaku Ikeda, my mentor, who always encourages me through his guidance, poems, books and speeches. I’d like to finish with a quotation from him that helps me everyday:

I am fervently praying and calling out to each of you: Never be defeated! Have courage! Have hope!