terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Meu segundo modulo na faculdade- parte 2









Quando eu anotei as palavras chaves sobre a possível estória que eu contaria sobre a situação da sobrinha do jolly, eu fiz como mapa da mente (mind map). Este método e muito interessante e eu aprendi a trabalhar com ele com uma professora de Inglês que tive na escola em Londres. Ela usava este método para escrever seus livros e desta forma ela me mostrou como escrever as redações para a Universidade Soka. O método foi explicado pelo autor Tony Buzan e pode ser feito em forma de arvore, tópicos, com cores, varias raízes etc...



Com aquelas informações comecei a escrever minha estória e tentei não esquecer de aplicar os pontos que encontrei como características principais do escritor Roald Dahl com humor, dinamismo, sem medo de falar o que precisava ser falado, não subestimar as crianças e de forma que elas se sintam na estória, aprendam alguma coisa com a estória e como se elas estivessem na estória.

Foi difícil começar! Mas depois que comecei não queria parar. Ai teve outro obstáculo. Eu não conseguia ficar sentada por muito tempo escrevendo por causa da barriga. Leonardo mexia muito e às vezes eu sentia muita dor e tinha que levantar por varias vezes e caminhar pela sala.

Quando enviei meu primeiro rascunho (draft) para minha professora, ela retornou me perguntando quantas palavras já tinham na minha estória porque eu tinha somente 1500 palavras e minha estória já estava com quase 1000 e eu estava ainda na introdução. Esqueci completamente o limite de palavras e estava escrevendo o livro como se isto seria como um livro normal de 200 páginas, vários capítulos, com muitos detalhes etc... Eu tinha completamente esquecido que eu só tinha 1500 palavras e que era uma estória curta (short story). 

Fiquei perdida... E agora como cortar tantas partes interessantes e que eu tinha gostado muito?

Depois de pensar um pouco sobre, decidi continuar a estória mais um pouco para depois voltar e tirar a parte principal que queria focar na minha estória. Quando terminei eu já tinha mais de 3800 palavras. Sabia que seria um grande desafio tirar 1500 de 3800. Portanto eu li a estória em voz alta para sentir qual parte estava mais forte de todas para ser o ponto principal da estória.

Após ler, senti que o que eu queria falar era do relacionamento entre a neta e a avó. Que o amor entre as duas e o desejo da neta de ver e se despedir da avó.

Reescrevi a estória e quando terminei, enviei para minha professora como segundo rascunho (draft) e ela gostou e deu mais algumas sugestões para que eu melhorasse mais a estória e também sugeriu que eu enviasse a estória, quando terminada, para algumas pessoas incluindo crianças que pudessem dar opiniões. Assim eu fiz  e enviei para 10 pessoas e uma criança de 8 anos que se chama Emma e que conheço através das atividades do Budismo. Ela e americana e tem vivido em Londres com seus pais por dois anos. Das dez pessoas que enviei , tive seis respostas e mais a resposta da Emma. 

As opiniões deles foram variadas e de suma importância. O ponto em comum de todos foi que acharam à estória muito interessante e que tinham gostado muito. A Emma também me deu muitas opiniões positivas e disse que tinha gostado muito e aprendido como se perde uma pessoa que ama. Depois fiquei sabendo que ela tinha perdido a avó dela três anos atrás. Como minha estória falava de vida e morte e o relacionamento entre a neta e a avo, ela se colocou no lugar da personagem.

As opiniões dos meus amigos me ajudaram muito a melhorar a estória e enviei definitivamente como trabalho concluído para a minha professora.

Depois de ter publicado a estória no site da universidade, outros alunos do meu curso tinham que ler minha estória para darem seus comentários na aula que aconteceria na semana seguinte. Quando cheguei à classe, li no quadro que quem iriam fazer os comentários da minha estória, seriam três estudantes que já eram escritoras para crianças. Então pensei: “Estou frita! Elas vão falar tudo e mais um pouco sobre minha estória.” Achei mesmo que seriam mais pontos negativos do que positivos.

Para minha surpresa elas amaram a minha estória e falaram somente pontos positivos. Deram apenas uma sugestão de como começar a estória mais suave ao invés de falar diretamente sobre a morte. Elas também sugeriram que eu continuasse a escrever e publicasse a estória. Minha própria professora também amou a estória e também sugeriu a publicação. Em sua palavras ela disse: “ Well done Tatiana you have done a good work.” (Bem feito Tatiana você tem feito um bom trabalho). Sai da aula em choque e muito feliz de ter conseguido escrever minha primeira estória para criança.

Minhas aulas terminaram dia 12 e dia 17 enviei meu ultimo trabalho que era meu próprio comentário de todo o processo de escrever o livro e os comentários e opiniões que recebi das pessoas e dos alunos. 

Agora estou concentrada em todas as coisas que preciso ler para o dia do parto, para a amamentação, e como cuidar do Leonardo quando ele chegar a casa. Não posso pegar no livro agora mais depois que Leonardo chegar e eu entrar no ritmo de nova mamãe, eu vou recomeçar a escrever o livro novamente. Falta pouco, Leonardo nasce mês que vem.

Estou muito ansiosa para ver o rostinho do Leonardo e Jolly também. Neste momento estou curtindo os últimos momentos da barriga, das mexidas do Leonardo e fazer muito daimoku para que tudo corra maravilhosamente bem.

Nunca imaginei como seria maravilhoso estar grávida...



segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Meu segundo modulo na faculdade – parte 1









Tenho estado fazendo o curso “Higher Education Introductory Studies “(Certificate of Higher Education). Este curso tem a duração de um ano e depois dele complete posso começar um curso de graduação em uma das universidades de Londres. Este curso e indicado para pessoas que o INGLÊS não e a primeira língua e para quem terminou o segundo grau (secundário em Portugal) muito tempo atrás.
Cada estudante deve fazer quatro módulos para que tenha o curso completo e com certificado. E também escolher as matérias que tem haver com o curso que fará na graduação. 

O primeiro modulo foi Inglês intensivo, que e obrigatório para todos os estudantes estrangeiros e eu fiz de abril a julho. O segundo modulo escolhi escrita criativa e profissional (Creative and Professional Writing). Este curso tem como objetivo principal ensinar como escrever livros e artigos de jornais.

O curso começou em Setembro e nos tínhamos duas professoras, uma que era focada mais na parte de como interpretar e escrever livros de todos os tipos como ficção, não ficção, estória da vida, livros de viagem e livros para crianças. E a outra professora era focada na escrita e interpretação de artigos de jornais. Eu gostava mais da parte dos livros.

Meu primeiro trabalho foi interpretar um texto persuasivo e comentar sobre ele. Eu escolhi um folheto da Universidade Soka da América e falei sobre a forma que foi criada e escrita o folheto. Neste caso, temos que falar sobre tudo que construiu o texto e folheto como, por exemplo, porque foram usadas aquelas cores, porque tinham muitos estudantes de diferentes nacionalidades juntos, porque o nome Soka estava escrito na areia da praia, qual parte do texto que era informativa e qual parte era persuasiva, que induzia os estudantes a escolherem a universidade.

Quando enviei o folheto para minha professora dizendo que queria falar sobre aquilo, era teve duvidas se eu conseguiria, pois tinham poucas informações para eu tirar, já que eu nunca tinha feito aquilo antes. Mas como sempre, adoro desafios e não mudei o folheto.
Depois que terminei e enviei para ela como rascunho (draft), ela gostou muito e ate deu umas dicas para que eu pudesse explorar mais ainda.

O segundo trabalho seria em forma de criar um texto para artigo de jornal com base em três artigos com o mesmo tema e assunto de três jornais diferentes. A primeira data eu perdi porque estava na Itália, mais fiz a prova no dia 14 de Janeiro. O tema que caiu para mim foi sobre um homem americano que teve a primeira transfusão de rosto nos Estados Unidos depois de ter sofrido um acidente no trabalho que queimou praticamente toda a face dele.

O terceiro trabalho foi escrever minha própria historia. Tínhamos que escolher escrever uma estória pequena (short story) de 1500 palavras. Podia ser short story for children ( para criança), Fiction ( ficção), Non- fiction ( não ficção), Life Story ( estoria de vida) , Travel book (livro de viagem) ou articles ( artigos de jornais).

Eu queria ter escrito uma carta persuasiva para o presidente da Universidade Soka da América sobre as três tentativas que cada estudante tem quando decide se escrever para a universidade. Pensei que isto podia se encaixar na não ficção. Mas quando consultei minha professora ela disse que não seria considerado e sugeriu que eu escrevesse short story for children ( curta estória para criança).

Ela fez esta sugestão porque em uma das aulas ela pediu como trabalho de casa para que cada um escolhesse um livro de criança para ler e depois comentasse na aula porque tinha escolhido aquele livro e autor. E eu escolhi ler o livro “Matilda” de Roald Dahl.  Este autor também tinha escrito o livro “Charlie e a Fabrica de Chocolate”, filme que eu assisti quando eu era jovem. Eu não sabia que ele era o autor deste livro.

Eu simplesmente amei a historia de Matilda e decidi falar sobre ele.

Uma das coisas que me impressionou muito na sua forma de escrever era que ele não subestimava as crianças e falava claramente o que ele pensava sobre os pais, professores, problemas nas escolas, em casa, relacionamento entre amigos, família etc.

Portanto fiz este comentário na aula e disse que estava lendo outros livros dele para entender mais e mais o jeito que ele escrevia.

Por este motivo, minha professora me sugeriu escrever para criança com base nos escritos dele. E agora, o que escrever? Como escrever?

Eu já tinha começado a escrever meu livro (life story) sobre minha ida para Portugal em Português. Ate cheguei a pensar em escrever para adolescente e no futuro mais distante, escrever para crianças, mas não agora.

Mais uma vez aceitei o desafio!

Na mesma época, estava indo para a Itália com Jolly para visitar minha sogra que estava no hospital e não teria muito tempo para escrever quando voltasse.

Dois dias antes de viajar, fui a uma aula de Pilate no hospital e enquanto esperava a fisioterapeuta me chamar, eu fiquei observando uma menina de mais ou menos cinco anos que estava acompanhada de uma senhora, que parecia mais sua baba. Acho que ela estava esperando sua mãe que deveria estar em alguma consulta. Achei que aquela cena de vê-la sentada em uma cadeira em um corredor com varias mulheres barrigudas podia ser uma boa estória. Peguei meu celular e comecei a anotar palavras chaves, como nossa professora sugeriu que fizemos para não perder as boas idéias e escrever mais tarde. Imaginei uma situação onde ela, uma pequena jovem de cinco anos, quisesse entender melhor porque as mulheres ficavam com a barriga tão grande, como se elas tivessem comido uma melancia.

Achei que tinha encontrado minha estória.

Quando cheguei à Itália, surgiu uma outra estória interessante e que se encaixava mais com o estilo do autor que eu tinha escolhido usar como base da minha escrita.

Quando a mãe do Jolly faleceu, a sobrinha dele queria muito ver a avó, mas a mãe dela não queria a deixar porque achava que ela podia ficar impressionada. Ela defendia a idéia de que era melhor lembrar da pessoa em vida do que em morte. Mais a sobrinha do Jolly queria muito vê-la e dizer adeus. Logo pensei: “Isto sim vai dar uma estória interessante”.

Comecei a anotar todas as idéias, fatos e imaginações que vinham na minha cabeça para não esquecer nenhum detalhe importante e começar a escrever quando voltasse para Londres.

Quando cheguei a Londres depois de uma semana em Itália, fui à biblioteca e peguei mais três livros do mesmo autor para ler-los e analisá-los. Alem disso, eu li todos os materiais que minha professora já tinha dado sobre como escrever livros para crianças. Toda essa leitura me custou uma semana e me sobrou apenas uma semana para escrever o livro.

Chegou o momento de escrever...




Nova decisão


Eu e Jolly estavamos pensando seriamente em mudarmos para a Italia. O motivo era porque sentíamos necessidade de estarmos mais perto da mãe do Jolly para apoiá-la na fase difícil da doença e também queríamos praticar perto dela para que ela também orasse o Nam-myoho-rengue-kyo (oração budista) para transformar o carma da doença.  

Mas era uma decisão muito difícil já que teríamos que largar tudo pela metade do que estávamos fazendo em Londres, principalmente a universidade. E chegar à Itália de repente e ainda grávida, teria que morar na casa dos pais do Jolly. Alem disso, estava tendo todo apoio necessário na gravidez em um dos melhores hospitais de Londres sem pagar nada com direito a cursos e workshops. E Jolly tinha acabado de mudar de trabalho e estava pegando experiência na rede de hotéis.

Minha única e certa solução foi começar a orar para ter certeza do que fazer.

Quando a mãe do Jolly foi piorando e nós já estávamos quase decididos a mudar,  ela foi piorando e faleceu. 

Com o falecimento da Laurina, não precisávamos mais nos preocupar em sair de Londres agora e terminar o que viemos fazer.

Então continuamos nossos projetos da faculdade, do trabalho, pegar experiência e principalmente lutar bastante para o Kosen-rufu de Londres enquanto estamos aqui.

Mesmo sabendo que não precisávamos ir morar na Itália agora, confesso que gosto muito daquela confusão de família toda junta jantando, falando alto e às vezes ate brigando, que não temos aqui. E também sinto falta dos amigos que tenho no Brasil.

Todo objetivo a ser alcançado tem o lado bom e o lado do sacrifício e ficar fora de toda essa fase de familia e amigos e mesmo muito dificil. 

 


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O grande dia!!!

A foto do crematorio

Local de entrada da familia e amigos.

Local da cerimonia

 Local onde onde estavam o rapaz que tocava violino e a moca que recitou um poema belissimo. O caixao saiu daquela porta lateral na parede para ser realizado a cerimonia. Foi belissimo!








O grande dia chegou! Segunda-feira foi o dia da despedida da Laurina.



Fomos de manha bem cedo para o local que estava o corpo para passarmos na igreja novamente para a missa especial para a Laurina antes de irmos para o crematório.



Do lado de fora da igreja estava muitas pessoas esperando por ela. O padre também estava do lado de for a esperando e a cerimônia já começou antes mesmo de entrar na igreja.



Dentro da igreja, o padre rezou e fez um discurso de despedida e explicando sobre a morte na visão católica e sobre a vida e o amor. Falou também diretamente para os netos da Laurina o quanto a avo o amavam e que sempre estariam no coração deles.



Quando a missa acabou, os rapazes que estavam trabalhando para a funerária, levaram a Laurina no carro especial da empresa. Do lado de fora, muitos despediram da família, pois não iriam para o crematório.



Eu fui em um carro sozinha com Jolly e senti que ele estava emocionado...



Encontramos o carro da funerária no caminho e fomos o primeiro carro a segui-lo. Depois vários carros foram chegando.



O caminho que fizemos ate o local foi encantador porque passava pelas montanhas que estavam cobertas de neve. O dia também estava maravilhoso com um céu azul e com sol, apesar do frio e vento intenso. Parecia mesmo que a natureza estava ajudando aquele dia se tornar muito especial.  



Chegamos ao local depois de uns vinte minutos e esperamos do lado de fora ate as portas serem abertas para nós.



Primeiro entrou o carro com a Laurina para ser preparado a cerimônia de cremação e depois nos entramos andando ate o local.



O templo de cremação era simplesmente lindo! Tinha uma estrutura moderna, encantadora, parecia ate uma arquitetura criada para uma historia de fantasia. Era cinza, que mais parecia prata, e vinho. Não parecia mesmo um local que seria de cremação, parecia um castelo, um centro de artes ou um centro de musica.



Quando entramos ficamos mais surpresos ainda, pois alem do local interno ser mais belo do que externo, com flores, iluminações douradas, tinha um rapaz tocando a musica “Aleluia” em seu violino.



Como meu mestre Daisaku Ikeda disse uma vez: “A Musica é a única linguagem que pode tocar diretamente o coração dos homens”. Com certeza aquela musica tocada no violino mudou completamente o ambiente de despedida triste para alegre e fez com que cada uma das pessoas que estavam presente se sentisse mais perto da Laurina como um sentimento mais feliz do que triste.



Depois que todos sentaram uma jovem, funcionaria do crematório, entrou na sala subiu no palco e deu inicio a cerimônia.

No momento que ela falou, o rapaz começou a tocar outra musica e uma porta pequena na parede do lado direito do palco se abriu e o caixão que estava a Laurina surgiu vindo trazido por uma pista rolante. Foi um momento de parar o fôlego! Todos estavam esperando uma coisa mais triste, pesada, algo mais com cara de morte mas aquela entrada triunfante com a musica, ficou mais parecido como uma cerimônia de vida do que de morte.



Assim que O caixão se posicionou, a menina recitou um lindo poema na primeira pessoa como se fosse a própria Laurina que estivesse falando. No poema, ela dizia para que as pessoas não chorassem por ela porque ela já não estava mais ali. Que quando as pessoas sentissem o vento batesse nos seus rostos, o sol aquecer suas peles, era momento de pensar nela.



Não entendi tudo que ela falou porque meu italiano ainda e fraco, mas senti que tudo que foi falado estava conectando a Laurina com a natureza.



No final da recitação a menina disse que tinha chegado o momento da despedida e todos foram ate o palco para dizer adeus. O caixão não estava mais aberto. Foi mesmo um momento para dizer algumas palavras. Eu e Jolly fizemos daimoku sansho ( Nam- myoho-rengue-kyo três vezes)



Quando sentamos novamente, o violino começou a tocar e a porta se abriu e Laurina foi-se. Neste momento eu chorei. Estava mesmo emocionada... Todos choraram cada um do seu jeito.



Jolly, a irmã e o pai foram escolher o objeto onde as cinzas ficariam depois que fosse cremada. Eles escolheram um vaso preto com uma Rosa vermelha e prateada na frente. As cinzas seriam pegas no dia seguinte pela manha.



Despedimos de todos do lado de fora e fomos para casa almoçar. No caminho para casa comentei o quanto à cerimônia tinha sido belíssima. Jolly e o pai dele Pascual, também concordaram.



Como já tinha almoço pronto, que sobrou do dia anterior, comemos assim que chegamos. Comemos meio em silencio, mas de vez enquanto saia algumas palavras.



Depois do almoço pedi o Jolly para darmos uma caminhada no parque que ficava atrás do prédio. Queria aproveitar o sol e o dia lindo que estava e ao mesmo tempo caminhar para digerir mais rápido.



À noite fomos à casa da Doriana, irmã do Jolly. O comentário principal foi o quanto a cerimônia tinha sido bela.



Chegamos a casa tarde e muito cansados.



Terca- feira as uma da tarde fomos pegar as cinzas no crematório. Pode-se colocar uma mensagem dentro do jarro e Jolly colocou o Nam-myoho-rengue-kyo escrito em um cartão.



Em casa, colocamos o jarro em uma estante ate ser decidido pelos três, Doriana, Jolly e o pai, qual seria o melhor lugar para por o jarro. Foi bom ter as cinzas em casa. Eu e Jolly fizemos mais daimoku para ela.



A parte da tarde foi tranqüila e resolvemos coisas pessoais. À noite Doriana e as crianças foram em casa e todos comemos pizza.



Na quarta também foi calmo e era nosso ultimo dia antes de voltarmos para Londres. À noite fomos à casa da irmã do Jolly para nos despedirmos da Doriana e das crianças. Não fomos para casa tarde, pois tínhamos que acordar cedo para ir para o aeroporto.



Quinta pela manha fomos para o aeroporto com o pai do Jolly e fiquei mesmo com pena de deixar ele sozinho. Partimos as dez e chegamos a Londres por volta de meio dia. Estávamos mesmo cansados fisicamente e emocionalmente.



Felizmente nenhum acontecimento me afetou ao ponto de prejudicar minha gravidez. Eu estava muito tranqüila graças aos ensinamentos do Budismo sobre “Vida e Morte”.



Leonardo se comportou muito bem...



Fizemos uma pasta rápida com o queijo parmesão que tínhamos trazido da Itália e depois dormimos.



Quando acordamos, senti que tinha começado uma nova fase de nossas vidas...