A morte e sempre um assunto delicado, muitas vezes evitado e que entristece muitos.
Contudo, como diz meu mestre da vida, para entender a morte é necessário primeiro entender a vida.
No budismo Nitiren , que eu pratico, ensina que a morte não é o fim, mas sim o começo de uma nova vida.
Que viver é como estar acordado e morrer é como se estivéssemos dormindo. Ambos são para recarregar as energias.
Então pensando dessa forma, o ideal seria que cada dia de vida fosse vivido de forma grandiosa e profunda pois cada dia é único.
E quando dorme, recarrega as energias para dar o dia seguinte poder viver intensamente e profundamente com grande significado.
Assim também é a vida e a morte!
Vivemos essa existência e morremos para começar uma outra.
Também meu mestre diz, com base nos ensinamentos do Buda original Nitiren Daishonin , que cada um de nós tem uma missão única que somente cada um pode realizar. E que quando essa missão termina, é hora de partir e começar uma outra.
Em um diálogo com líderes responsáveis do departamento de estudo da soka gakkai, meu mestre Daisaku Ikeda disse que um bodhissattva da terra só morre quando sua missão acabava para começar rapidamente uma outra.
Claro que a saudade e dói... Mas missão é missão!
Para que cada um de nós cumpramos nossa missão como seres humanos, entramos no ciclo da vida; dos quatro sofrimentos de nascimento, envelhecimento, doença e morte. Todos sem exceção passarão por esses quatro sofrimentos!
O ponto é, como passarmos por cada um desses sofrimentos , que no nosso caso como budista de Nitiren transformamos tudo em missão?
Através da recitação do Nam- myoho- rengue- kyo e da luta do Kosen Rufu ( felicidade de todas as pessoas)
Por isso é muito importante praticamos firme e corretamente até o final de nossas vidas para que possamos manter nosso estado de vida no mais elevado; o estado de Buda. Estado de completa liberdade de qualquer sofrimento, medo, dúvida e de muita coragem. Estado que sentimos absolutamente felizes pelo simples fato de estarmos vivo!
E como explica meu mestre na sabedoria do surra de lotus no capitulo Os Dez Eatados de Vida; o estado de vida que morremos, será o estado de vida que renasceremos.
Existe comprovação maior da vitória no momento da morte quando se pratica até o fim?
NÃO! NÃO EXISTE!
Então se morro no estado de Buda, renasço no estado de Buda. Renovo mais uma vez meu juramento de cumprir dignamente minha missão. EXATAMENTE COMO VOCÊS FIZERAM meus companheiros da Gakkai!
Mais uma vez meu mestre tocou meu coração em uma de suas orientações quando disse que quando chegar nossa hora de partir, o que nos dará coragem e tranqüilidade é a certeza de que o que levaremos conosco é a gratidão e amor de cada pessoa que passou por nossas vidas e que ajudamos. Quantas pessoas eu ajudei a ser tornarem felizes!!!!
E no é exatamente isso que nossas companheiras e companheiros fizeram enquanto vivos? Quantas visitas familiares, quantos DAIMOKU tosos, quantos festivais, reuniões, sorrisos, lágrimas, encorajamentos...
Por isso não há motivos para chorar e nem duvidar de que a missão deles chegaram ao fim nessa existência.
O tempo de vida que temos como ser humano é muito insignificante comparado ao tempo de vida do universo. E a quantidade de vezes que morremos e nascemos é tão grande que mesmo que todas as madeiras desse planeta fossem transformados em palitos de fósforos, ainda não seriam suficientes para nós dizer quantas vezes nascemos e morremos.
Então, gostaria de dizer a Dra. Nazaré e todas e todos companheiros da gakkai que faleceram recendente: VOLTEM LOGO! Pois a humanidade e o mestre precisam de vocês fresquinhos para continuar essa luta do Kosen Rufu de salvar todas as pessoas dos quatro sofrimentos da vida e ter uma existência de luta, conquistas e realizações com uma vida inabalável, assim como vocês fizeram e tenho certeza que farão!
Rumo a 2050, sucessores Ikeda!!!
Até breve...
Com amor e respeito.
E para nós que ainda estamos aqui, tenhamos eles e elas como exemplos...
Mais uma vez decidida a ler novamente os livro s VIDA E MORTE e VIDA UMA JÓIA PRECIOSA escritos por Daisaku Ikeda
12 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
Tudo é juramento!
Tudo é o juramento
Juramento de praticar de acordo com o Buda Nitiren Daishonin
Juramento do discípulo para o mestre de realizar Kosen Rufu
Juramento de salvar as pessoas do sofrimento
Juramento de nunca ser derrotada pela dúvida da minha natureza de Buda ( escuridão fundamental)
Juramento de sempre voltar ao ponto primordial quando sentir que estar saindo da órbita do juramento
Juramento como a chave absoluta e para uma vida de felicidade absoluta
E como posso manter meu juramento forte todos os dias?
Penso que seja:
Fazendo mais DAIMOKU
Estudando mais os goshos ( cartas escritas pelo Buda para seus discípulos)
Seguindo as orientações do meu mestre
E entrando em ação para propagar esse budismo
Juramento renovado!
Oh 3 de Maio!
Junto com meu mestre...
5 de maio de 2015
Juramento de praticar de acordo com o Buda Nitiren Daishonin
Juramento do discípulo para o mestre de realizar Kosen Rufu
Juramento de salvar as pessoas do sofrimento
Juramento de nunca ser derrotada pela dúvida da minha natureza de Buda ( escuridão fundamental)
Juramento de sempre voltar ao ponto primordial quando sentir que estar saindo da órbita do juramento
Juramento como a chave absoluta e para uma vida de felicidade absoluta
E como posso manter meu juramento forte todos os dias?
Penso que seja:
Fazendo mais DAIMOKU
Estudando mais os goshos ( cartas escritas pelo Buda para seus discípulos)
Seguindo as orientações do meu mestre
E entrando em ação para propagar esse budismo
Juramento renovado!
Oh 3 de Maio!
Junto com meu mestre...
5 de maio de 2015
Juramento?
Juramento???
( Aprendendo com o Gosho Abertura dos Olhos)
Aprendi esses dias nos meus estudos ( Abertura dos Olhos) que Estado de Buda e um estado de vida indestrutível, inabalável e que consegue sentir uma forte felicidade mesmo em meio ao sofrimento e problemas.
Nossa! Sentir assim no meio da tempestade que as vezes acontecem em nossas vidas, com certeza não e nada fácil!
Mas isso é o Estado de Buda! Assim afirma Nitiren Daishonin e Sensei na explicação do Gosho.
Assim que li isso, logo lembrei da Flor de Lotus que nasce no pântano lamacento.
Então me perguntei; como atingir esse estado de vida no meu dia a dia?
Continuei lendo e cheguei na parte que falava sobre vencer " a escuridão fundamental".
Essa palavra sempre me deixou confusa e nunca tinha encontrado uma resposta tão direta como essa que achei nesse livro que estou lendo.
Escuridão fundamental é quando eu tenho DUVIDA. Duvida em que? DUVIDA do poder da Lei mística. DUVIDA na minha natureza de Buda.
Então se eu não tenho medo dos obstáculos e problemas que vem em minha vida, eu não estou na escuridão fundamental e consigo através da recitação do Nam- Myoho- Rengue- kyo ativar ( bring out) meu estado de Buda.
Mas como não ter duvidas quando a coisa fica preta? Como manter minha convicção inabalável e ter certeza da vitoria?
Não parei de ler enquanto não achei a resposta. Já eram mais de duas da manha e filho e marido dormiam.
Encontrei!
No fundo eu já sabia, mas precisava ler do próprio Buda e do meu mestre, que explica tão modernamente uma carta escrita em 1200s.
Juramento! ( making a vow).
Eu sabia! Era o juramento de Nichiren Daishonin de salvar toda a humanidade do sofrimento e guia-los para atingir o estado de Buda que tinha feito ele abandonar o transitório e revelar o verdadeiro. Outro assunto que sempre desejei entender profundamente. ABANDONAR O TRANSITÓRIO E REVELAR O VERDADEIRO. Não temer a nada!! Não temer nenhum obstáculo! Ter certeza da natureza de Buda e vencer!
O juramento de Nichiren de salvar toda a humanidade tinha feito ele não temer nenhuma perseguição e sofrimento e vencer sobre tudo e inabalavelmente seguir seu caminho para cumprir seu juramento.
Também fez o mesmo o primeiro e segundo presidente da Soka Gakkai, Makiguti e Jossei Toda. E também meu mestre da vida , Daisaku Ikeda.
E eu?
Fiquei arrepiada... Olhei para meu oratório que estava aberto e olhei para meu Gohonzon iluminado pela luz do meu telefone celular.
E eu? Perguntei a mim mesma novamente. Tenho coragem para fazer esse juramento?
"Mas já fiz meu juramento" - pensei alto.
Meu primeiro juramento foi quando tinha 15 anos quando estava entre a vida e a morte. Meu segundo juramento foi em 1993 quando encontrei Sensei pela primeira vez no centro cultural do Rio de Janeiro e meu terceiro juramento foi diante do mestre no Japão em 2001.
Nesses três momentos jurei jamais abandonar minha pratica, a Gakkai e meu mestre.
Contudo senti em meu coração que esse JURANENTO ( vow) que eles estavam falando eu ainda não tinha feito.
Era um juramento mais ativo. Era um juramento de se levantar só. Era um juramento de total responsabilidade pelo Kosen Rufu ( felicidade de toda a humanidade).
Como assim total responsabilidade pelo Kosen Rufu?
Seria não orar mais para meus objetivos pessoais e somente orar para as pessoas? Seria não mais desejar e objetivar minhas coisas e orar somente para fazer Shakubuku?
Mas nesse momento tenho ainda tantas coisas para mudar e conquistar que tenho medo de parar de orar para tudo isso e apenas concentrar minhas orações e forças para salvar as pessoas da ignorância de sua natureza de Buda.
E se não der certo? E se no caminho meus objetivos ficarem para trás e eu não concretizar nada?
Tantos e tantos questionamentos.
Continuei a ler...
Precisava de mais clareza.
Lembrei então de uma passagem de um outro Gosho que não tenho a fonte agora que dizia que quando acende uma lanterna para alguém, a sua própria lanterna e acesa ( vida iluminada).
Então era isso! O JURAMENTO de realizar o Kosen Rufu com sinceridade sem poupar a minha própria vida era a chave para vencer todos os meus sofrimentos e obstáculos , ou seja, vencer minha escuridão fundamental. E assim ativar meu estado de Buda!
Simples assim?
Simples? Nada simples nisso!
Preciso de coragem!
Quero fazer! Quero fazer meu juramento pelo Kosen Rufu como meu mestre!
Isso significará sair da minha zona de conforto e fazer uma luta nunca antes feita!
"Esta disposta?" - pensei.
Sim! Estou! Gritei em meu coração.
Meu corpo tremeu... Pensei no mestre. Senti vontade de chorar...
Tem noção que esse juramento com essa profundidade significa não ter uma vida normal e passiva?
Sabia que sim.
Então? Vai fazer ou não vai fazer? Vai assumir o Kosen Rufu como o Buda e seu mestre ou vai apenas seguir?
Ainda pensativa e orando Daimoku para ter a coragem e compaixão inquestionável do Buda e dos três presidentes. E do meu mestre...
Escrito em 29 de abril de 2015
( Aprendendo com o Gosho Abertura dos Olhos)
Aprendi esses dias nos meus estudos ( Abertura dos Olhos) que Estado de Buda e um estado de vida indestrutível, inabalável e que consegue sentir uma forte felicidade mesmo em meio ao sofrimento e problemas.
Nossa! Sentir assim no meio da tempestade que as vezes acontecem em nossas vidas, com certeza não e nada fácil!
Mas isso é o Estado de Buda! Assim afirma Nitiren Daishonin e Sensei na explicação do Gosho.
Assim que li isso, logo lembrei da Flor de Lotus que nasce no pântano lamacento.
Então me perguntei; como atingir esse estado de vida no meu dia a dia?
Continuei lendo e cheguei na parte que falava sobre vencer " a escuridão fundamental".
Essa palavra sempre me deixou confusa e nunca tinha encontrado uma resposta tão direta como essa que achei nesse livro que estou lendo.
Escuridão fundamental é quando eu tenho DUVIDA. Duvida em que? DUVIDA do poder da Lei mística. DUVIDA na minha natureza de Buda.
Então se eu não tenho medo dos obstáculos e problemas que vem em minha vida, eu não estou na escuridão fundamental e consigo através da recitação do Nam- Myoho- Rengue- kyo ativar ( bring out) meu estado de Buda.
Mas como não ter duvidas quando a coisa fica preta? Como manter minha convicção inabalável e ter certeza da vitoria?
Não parei de ler enquanto não achei a resposta. Já eram mais de duas da manha e filho e marido dormiam.
Encontrei!
No fundo eu já sabia, mas precisava ler do próprio Buda e do meu mestre, que explica tão modernamente uma carta escrita em 1200s.
Juramento! ( making a vow).
Eu sabia! Era o juramento de Nichiren Daishonin de salvar toda a humanidade do sofrimento e guia-los para atingir o estado de Buda que tinha feito ele abandonar o transitório e revelar o verdadeiro. Outro assunto que sempre desejei entender profundamente. ABANDONAR O TRANSITÓRIO E REVELAR O VERDADEIRO. Não temer a nada!! Não temer nenhum obstáculo! Ter certeza da natureza de Buda e vencer!
O juramento de Nichiren de salvar toda a humanidade tinha feito ele não temer nenhuma perseguição e sofrimento e vencer sobre tudo e inabalavelmente seguir seu caminho para cumprir seu juramento.
Também fez o mesmo o primeiro e segundo presidente da Soka Gakkai, Makiguti e Jossei Toda. E também meu mestre da vida , Daisaku Ikeda.
E eu?
Fiquei arrepiada... Olhei para meu oratório que estava aberto e olhei para meu Gohonzon iluminado pela luz do meu telefone celular.
E eu? Perguntei a mim mesma novamente. Tenho coragem para fazer esse juramento?
"Mas já fiz meu juramento" - pensei alto.
Meu primeiro juramento foi quando tinha 15 anos quando estava entre a vida e a morte. Meu segundo juramento foi em 1993 quando encontrei Sensei pela primeira vez no centro cultural do Rio de Janeiro e meu terceiro juramento foi diante do mestre no Japão em 2001.
Nesses três momentos jurei jamais abandonar minha pratica, a Gakkai e meu mestre.
Contudo senti em meu coração que esse JURANENTO ( vow) que eles estavam falando eu ainda não tinha feito.
Era um juramento mais ativo. Era um juramento de se levantar só. Era um juramento de total responsabilidade pelo Kosen Rufu ( felicidade de toda a humanidade).
Como assim total responsabilidade pelo Kosen Rufu?
Seria não orar mais para meus objetivos pessoais e somente orar para as pessoas? Seria não mais desejar e objetivar minhas coisas e orar somente para fazer Shakubuku?
Mas nesse momento tenho ainda tantas coisas para mudar e conquistar que tenho medo de parar de orar para tudo isso e apenas concentrar minhas orações e forças para salvar as pessoas da ignorância de sua natureza de Buda.
E se não der certo? E se no caminho meus objetivos ficarem para trás e eu não concretizar nada?
Tantos e tantos questionamentos.
Continuei a ler...
Precisava de mais clareza.
Lembrei então de uma passagem de um outro Gosho que não tenho a fonte agora que dizia que quando acende uma lanterna para alguém, a sua própria lanterna e acesa ( vida iluminada).
Então era isso! O JURAMENTO de realizar o Kosen Rufu com sinceridade sem poupar a minha própria vida era a chave para vencer todos os meus sofrimentos e obstáculos , ou seja, vencer minha escuridão fundamental. E assim ativar meu estado de Buda!
Simples assim?
Simples? Nada simples nisso!
Preciso de coragem!
Quero fazer! Quero fazer meu juramento pelo Kosen Rufu como meu mestre!
Isso significará sair da minha zona de conforto e fazer uma luta nunca antes feita!
"Esta disposta?" - pensei.
Sim! Estou! Gritei em meu coração.
Meu corpo tremeu... Pensei no mestre. Senti vontade de chorar...
Tem noção que esse juramento com essa profundidade significa não ter uma vida normal e passiva?
Sabia que sim.
Então? Vai fazer ou não vai fazer? Vai assumir o Kosen Rufu como o Buda e seu mestre ou vai apenas seguir?
Ainda pensativa e orando Daimoku para ter a coragem e compaixão inquestionável do Buda e dos três presidentes. E do meu mestre...
Escrito em 29 de abril de 2015
Encantada com as "Nove Consciências"
Encantada com as " Nove Consciências"
E vergonhoso dizer que depois de praticar o budismo por 33 anos, somente agora consegui entender as " Nove Consciências" citadas no budismo que pratico. Acabava sempre pulando e deixando para estudar e aprofundar o assunto depois.
Contudo, como estou estudando o Gosho " Abertura dos Olhos" como se eu estivesse dando uma palestra para mim mesma, estou lendo e estudando tudo com muita cautela e sem preguiça.
Sei que não devo viver sem arrependimentos, como diz meu mestre, mas não posso deixar de admitir que perdi muito tempo esses anos todos em não ter posto a orientação do segundo presidente da Soka Gakkai Jossei Toda " Jovens levantem-se com kyogaku" e também do meu mestre Daiskau Ikeda que sempre diz que o Gosho e uma Lanterna na escuridão.
Lembro até de uma passagem na Nova Revolução Humana que Sensei diz que o Gosho era mais importante do que todos os livros juntos de uma biblioteca.
Decido nunca mais esquecer isso!!!!
Voltando as nove consciências.
As cinco primeiras consciências são referentes aos nossos cinco sentidos; olfato, paladar, tato, visão e audição.
A sexta consciência recebe a informação das cinco consciências. Por example, se eu vejo uma flor e fico encantada, a sexta consciência vai registrar esse momento.
A sétima consciência vai registrar a ação ( tomada por mim) depois da minha reação ao ver a flor. Por exemplo eu posso ter decidido tocar na flor.
A oitava consciência é responsável de pegar da sétima consciência se minha ação foi positiva ou negativa e formar o meu carma.
E a nove????
E a melhor de todas!!!!
A nona consciência e LIVRE!!!!! É meu estado de Buda!!!! Eu ativo ela com a recitação do Nam- myoho- Rengue- kyo!!!!!
Por isso que no budismo Mahayana não há carma pre- determinado. Nós criamos a partir de agora! Nesse exato momento!!!!
Agora sim entendo perfeitamente a frase de Nichiren Daishonin que diz:
" Se você quiser saber as causas feitas no passado, olhe sua vida no presente. Se você quiser saber o efeito do futuro, olhe o presente."
Tudo esta contido no presente!
Ah! Uma outra coisa sobre as noves consciências. Quando morremos só levamos com agente a oitava e a nona.
Por isso a importância de praticarmos até o final e de mantermos sempre nossa vida no estado de vida alto de Boddhisatva e Buda.
Boa sorte!!!!
Para mim também 😊
Escrito em 24 de abril de 2015
E vergonhoso dizer que depois de praticar o budismo por 33 anos, somente agora consegui entender as " Nove Consciências" citadas no budismo que pratico. Acabava sempre pulando e deixando para estudar e aprofundar o assunto depois.
Contudo, como estou estudando o Gosho " Abertura dos Olhos" como se eu estivesse dando uma palestra para mim mesma, estou lendo e estudando tudo com muita cautela e sem preguiça.
Sei que não devo viver sem arrependimentos, como diz meu mestre, mas não posso deixar de admitir que perdi muito tempo esses anos todos em não ter posto a orientação do segundo presidente da Soka Gakkai Jossei Toda " Jovens levantem-se com kyogaku" e também do meu mestre Daiskau Ikeda que sempre diz que o Gosho e uma Lanterna na escuridão.
Lembro até de uma passagem na Nova Revolução Humana que Sensei diz que o Gosho era mais importante do que todos os livros juntos de uma biblioteca.
Decido nunca mais esquecer isso!!!!
Voltando as nove consciências.
As cinco primeiras consciências são referentes aos nossos cinco sentidos; olfato, paladar, tato, visão e audição.
A sexta consciência recebe a informação das cinco consciências. Por example, se eu vejo uma flor e fico encantada, a sexta consciência vai registrar esse momento.
A sétima consciência vai registrar a ação ( tomada por mim) depois da minha reação ao ver a flor. Por exemplo eu posso ter decidido tocar na flor.
A oitava consciência é responsável de pegar da sétima consciência se minha ação foi positiva ou negativa e formar o meu carma.
E a nove????
E a melhor de todas!!!!
A nona consciência e LIVRE!!!!! É meu estado de Buda!!!! Eu ativo ela com a recitação do Nam- myoho- Rengue- kyo!!!!!
Por isso que no budismo Mahayana não há carma pre- determinado. Nós criamos a partir de agora! Nesse exato momento!!!!
Agora sim entendo perfeitamente a frase de Nichiren Daishonin que diz:
" Se você quiser saber as causas feitas no passado, olhe sua vida no presente. Se você quiser saber o efeito do futuro, olhe o presente."
Tudo esta contido no presente!
Ah! Uma outra coisa sobre as noves consciências. Quando morremos só levamos com agente a oitava e a nona.
Por isso a importância de praticarmos até o final e de mantermos sempre nossa vida no estado de vida alto de Boddhisatva e Buda.
Boa sorte!!!!
Para mim também 😊
Escrito em 24 de abril de 2015
Não Existe Plano B
Não Existe Plano B
Há um tempo atrás escrevi um texto onde eu expressei meus sentimentos e opiniões com relação há alguns objetivos que lancei e que não foram concretizados como eu determinei. Citei também que apesar de ter acontecido de forma diferente, foram bons na mesma e que aprendi muito no caminho.
Porém continuei pensando constantemente, principalmente nesse momento importante e crucial que estou vivendo, os motivos pelo qual acontecia dessa forma. Era destino, fatalismo, carma pre- determinado, consciência, misfortuna?
Respeitando todas as religiões sem exceção, eu baseei minha dúvida e a busca da resposta, na minha religião que pratico há 33 anos. Então fui buscar respostas em um dos escritos de Nichiren Daishonin ( O Buddha dos últimos dias da Lei). Comecei então a ler o Gosho " Abertura dos Olhos". Para me ajudar mais ainda, escolhi com a explanação feita pelo meu mestre Daisaku Ikeda.
Estava impaciente para encontrar a resposta em cada página. Meu coração batia acelerado e meu corpo mudava a temperatura do quente para o frio como se eu estivesse sendo tirada da geladeira para o forno. Não queria parar de ler até encontrar a resposta para a pergunta que não me deixava em paz; está tudo determinado ou eu que determino?
De repente meus olhos encontram as palavras " caminho interno" ( interior) - desculpem estou lendo em inglês). Essas duas palavras fizeram eu prender a respiração e senti que minha resposta estava mais perto do que nunca.
Nichiren Daishonin e meu mestre começam a explicar que o budismo que Eu pratico; Budismo Mahayana, é o budismo do caminho interno ( interior). Que nossa vida é regida pela lei de causa e efeito que cria o carma e que evidencia no momento presente. Mas, a partir de agora para o futuro, não há nada!!!!! Não há carma!
Eu crio a partir de agora!!!!
Voltei e li de novo. Voltei e li mais uma vez!
Lá estava minha resposta!!!!
Eu estava certa e errada ao mesmo tempo!
Como assim?
Eu estava errada quando achei que todos os meus planos Bs eram porque já havia alguma coisa já de certa forma definida para mim com base no meu plano A.
Eu estava certa quando comecei a ficar incomodada com o plano B.
Mas ainda faltava entender mais...
Como então fazer com que todos os meus desejos e objetivos sejam realizados exatamente como eu desejo?
Se eu sou livre para decidir minha vida a partir de agora sem controle de nenhum carma e de ninguém, porque às vezes tudo saia diferente do que havia decidido?
Continuei a ler...
Cheguei na parte que meu mestre começa a falar sobre ter CONFIANÇA e de não ter sequer nenhuma DUVIDA.
Voltei o tempo e pensei em minha postura em cada objetivo lançado que mudou de rumo. Analisei profundamente e consegui enxergar que havia duvida. Pequena, mas havia. Por exemplo quando meu visto americano foi negado, eu tinha duvida se conseguiria me virar sozinha nos Estados Unidos sem falar nenhuma palavra em inglês. Essa duvida e medo me levou para outro lugar.
E analisei também os objetivos lançados que concretizei exatamente como eu havia determinado. Não havia duvidas! Havia CONFIANÇA! Por exemplo quando a medica disse que eu não podia ter baby e eu decidi ter o Leonardo. Nunca pensei que eu não conseguiria! Não havia duvida nenhuma! Havia confiança!
Não preciso nem dizer que essa CONFIANÇA que Nichiren e meu mestre disseram é a confiança na Lei mística que existe dentro de mim. Meu estado de Buda! Minha natureza de Buda!
Ah se eu pudesse voltar o tempo...
Mas como não posso, inicio a partir de agora uma nova etapa em minha vida.
Sou Buda! E como Buda, eu decido meu futuro!!!!
Escrito em 24 de abril de 2015
Plano B ou Missão?
Plano B ou missão?
Uma semana antes de viajar para Portugal, primeiro país da Europa que fui viver, estava eu dançando e me divertindo no casamento de uma grande amiga Paulene Aguiar.
No meio de tantos amigos, sentei perto de uma eterna amiga, Lourdes Aleixo, para me despedir. E quando contei a ela sobre meu objetivo de estudar na Universidade Soka da América, e por isso estava indo viver em Portiugal, ela me perguntou pelo plano B?
- Noa há plano B! Eu vou estudar lá porque esse é meu objetivo e sonho - eu respondi quase gritando por que fiquei meio indignada e ofendida qual a pergunta dela.
Na época, plano B significava para mim, DERROTA! E eu jamais entrei numa luta para ser derrotada! Entro na luta para vencer! SEMPRE!
Na semana seguinte começou minha nova jornada e estava eu desembarcando em Lisboa, Portugal. Lá conheci meu marido e juntos fomos morar em Londres, Inglaterra para eu continuar meus estudos e ser capaz de ir para a universidade SOKA.
Quase na época de fazer a inscrição para a universidade e começar toda a bateria de provas, descobri que não podia ser mãe. Que estava na menopausa precoce e que já não produzia mais óvulos.
Eu tinha algumas opções; aceitar e seguir, fertilização ou adoção. Mas em meu coração eu negava as três e queria ser mãe da forma tradicional, normal, natural. Sem tirar o valor das outras formas, e muito menos das escolhas das pessoas. Aquelas não eram minhas escolhas! Eu queria ver minha barriga crescer...
E agora? O que fazer?
Orei, chorei e me peguei decidindo mudar a situação, de veneno para remédio, e engravidar!
Minha médica achou bonito meu lado positivo, mas não passou disso. Para ela, era praticamente impossível eu engravidar.
Como muitos já leram minha estória sobre meu filho Leonardo, não vou prolongar esse assunto aqui.
Mas naquele momento quando eu decidi ser mãe, eu sabia no meu coração que meu plano A, de ir para a universidade SOKA da América, tinha se transformado em plano B, de ser mãe. A coisa interessante é que o plano B não foi uma derrotada como eu pensava antes e por muito tempo... Eu estava muito feliz com a decisão.
Com minha vitoria de transformar meu corpo e engravidar, muitas outras pessoas, amigas queridas e família, decidiram lutar contra o NÃO de ser mãe é hoje estão com seus filhos nos braços e outras quase lá. Então meu plano B tinha se transformado em MISSÃO.
Pesando ainda mais sobre muitos acontecimentos em minha vida que começaram com plano A e passaram para B, eu lembro do dia que fui no consulado americano para pedir meu visto e poder estudar inglês para depois ir para a universidade SOKA. Isso foi antes de eu ir morar em Portugal.
Fiz dez horas de daimoku toda quarta- feira no CCRJ para ter o visto. Fui ao consulado com uma grande amiga, Glória Habib e entrei sozinha.
Esperei, chegou minha hora e atrás da janela de vidro tinha um senhor super branco de bochecha vermelha que não levantou a cabeça nem para me olhar. Eu fiquei nervosa. Perguntou quantos anos eu tinha, se era casada e se tinha filhos. Eu não tinha nada, só a idade que passava dos trinta. E ele então disse:
- Você está proibida de entrar nos Estados Unidos da América!
O que? Como assim? Tentei mostrar todos os papéis que eu tinha mostrando a escola que tinha pago, casa que ia ficar e ele simplesmente ignorou tudo e repetiu a frase:
- Sinto muito mas você está IMPEDIDA de entrar na América.
Estava eu sem palavras. Sai do consulado e minha amiga que ainda estava lá fora me esperando perguntou:
- e agora?
- Não sei. Vou para casa fazer daimoku para entender esse momento- eu respondi.
Apesar do momento estressante e até chocante, eu estava calma.
Mais ou menos vinte dias depois estava eu participando da minha primeira reunião da SOKA Gakkai em Belém, Lisboa, na casa do Zé Teixeira.
Tantos planos Bs aconteceram em Portugal!
- Encontrei meu marido jolly;
- Minha mãe foi viver lá e pode viajar comigo para vários países, como sensei havia me pedido no meu curso do Japão em 2001;
- Conheci e convivi com pessoas maravilhosas como Catarina GAGEIRO, Silmara Garcia, Janaina, DANGELO, Ivan, Ligia, andrea e outros mais;
- Incentivei duas jovens fukushis a praticar , e por minha causa e incentivo, uma delas foi estudar na Universidade SOKA da América;
- Criei reuniões para as crianças, filhos dos membros budistas, através da música como eterna Anjo da Paz e sensei nos enviou uma mensagem dizendo que estava muito feliz com nossas reuniões;
O plano A de estudar inglês, tinha mudado para o plano B, viver em portugal e falando português, mas com tantos esses acontecimentos maravilhosos.
Já em Londres depois que o plano A, de estudar na SUA, tinha mudado para o plano B, de ter nosso filho, eu e meu marido decidimos um plano A visualizando os próximos cinquenta anos e futuro do nosso filho Leonardo.
Esse plano começou no dia 3 de janeiro e ainda estamos nele e vamos ver o que o plano B, está preparando para nós.
O que eu tenho aprendido com o plano A e B, é que precisamos do plano A ( decisão) para chegar nele ou no plano B ( Vitoria).
Uma coisa é certa! Mudar de plano A para B não significa de jeito nenhum uma derrota porque a mudança é sempre para MELHOR!
Orando profundamente para abrir meus olhos para minha verdadeira missão neste momento...
Gratidao ao meu mestre neste dia tão importante. Obrigada Sensei!!!
Viva 16 de março!!!!
Escrito no dia 16 de março de 20015
Uma semana antes de viajar para Portugal, primeiro país da Europa que fui viver, estava eu dançando e me divertindo no casamento de uma grande amiga Paulene Aguiar.
No meio de tantos amigos, sentei perto de uma eterna amiga, Lourdes Aleixo, para me despedir. E quando contei a ela sobre meu objetivo de estudar na Universidade Soka da América, e por isso estava indo viver em Portiugal, ela me perguntou pelo plano B?
- Noa há plano B! Eu vou estudar lá porque esse é meu objetivo e sonho - eu respondi quase gritando por que fiquei meio indignada e ofendida qual a pergunta dela.
Na época, plano B significava para mim, DERROTA! E eu jamais entrei numa luta para ser derrotada! Entro na luta para vencer! SEMPRE!
Na semana seguinte começou minha nova jornada e estava eu desembarcando em Lisboa, Portugal. Lá conheci meu marido e juntos fomos morar em Londres, Inglaterra para eu continuar meus estudos e ser capaz de ir para a universidade SOKA.
Quase na época de fazer a inscrição para a universidade e começar toda a bateria de provas, descobri que não podia ser mãe. Que estava na menopausa precoce e que já não produzia mais óvulos.
Eu tinha algumas opções; aceitar e seguir, fertilização ou adoção. Mas em meu coração eu negava as três e queria ser mãe da forma tradicional, normal, natural. Sem tirar o valor das outras formas, e muito menos das escolhas das pessoas. Aquelas não eram minhas escolhas! Eu queria ver minha barriga crescer...
E agora? O que fazer?
Orei, chorei e me peguei decidindo mudar a situação, de veneno para remédio, e engravidar!
Minha médica achou bonito meu lado positivo, mas não passou disso. Para ela, era praticamente impossível eu engravidar.
Como muitos já leram minha estória sobre meu filho Leonardo, não vou prolongar esse assunto aqui.
Mas naquele momento quando eu decidi ser mãe, eu sabia no meu coração que meu plano A, de ir para a universidade SOKA da América, tinha se transformado em plano B, de ser mãe. A coisa interessante é que o plano B não foi uma derrotada como eu pensava antes e por muito tempo... Eu estava muito feliz com a decisão.
Com minha vitoria de transformar meu corpo e engravidar, muitas outras pessoas, amigas queridas e família, decidiram lutar contra o NÃO de ser mãe é hoje estão com seus filhos nos braços e outras quase lá. Então meu plano B tinha se transformado em MISSÃO.
Pesando ainda mais sobre muitos acontecimentos em minha vida que começaram com plano A e passaram para B, eu lembro do dia que fui no consulado americano para pedir meu visto e poder estudar inglês para depois ir para a universidade SOKA. Isso foi antes de eu ir morar em Portugal.
Fiz dez horas de daimoku toda quarta- feira no CCRJ para ter o visto. Fui ao consulado com uma grande amiga, Glória Habib e entrei sozinha.
Esperei, chegou minha hora e atrás da janela de vidro tinha um senhor super branco de bochecha vermelha que não levantou a cabeça nem para me olhar. Eu fiquei nervosa. Perguntou quantos anos eu tinha, se era casada e se tinha filhos. Eu não tinha nada, só a idade que passava dos trinta. E ele então disse:
- Você está proibida de entrar nos Estados Unidos da América!
O que? Como assim? Tentei mostrar todos os papéis que eu tinha mostrando a escola que tinha pago, casa que ia ficar e ele simplesmente ignorou tudo e repetiu a frase:
- Sinto muito mas você está IMPEDIDA de entrar na América.
Estava eu sem palavras. Sai do consulado e minha amiga que ainda estava lá fora me esperando perguntou:
- e agora?
- Não sei. Vou para casa fazer daimoku para entender esse momento- eu respondi.
Apesar do momento estressante e até chocante, eu estava calma.
Mais ou menos vinte dias depois estava eu participando da minha primeira reunião da SOKA Gakkai em Belém, Lisboa, na casa do Zé Teixeira.
Tantos planos Bs aconteceram em Portugal!
- Encontrei meu marido jolly;
- Minha mãe foi viver lá e pode viajar comigo para vários países, como sensei havia me pedido no meu curso do Japão em 2001;
- Conheci e convivi com pessoas maravilhosas como Catarina GAGEIRO, Silmara Garcia, Janaina, DANGELO, Ivan, Ligia, andrea e outros mais;
- Incentivei duas jovens fukushis a praticar , e por minha causa e incentivo, uma delas foi estudar na Universidade SOKA da América;
- Criei reuniões para as crianças, filhos dos membros budistas, através da música como eterna Anjo da Paz e sensei nos enviou uma mensagem dizendo que estava muito feliz com nossas reuniões;
O plano A de estudar inglês, tinha mudado para o plano B, viver em portugal e falando português, mas com tantos esses acontecimentos maravilhosos.
Já em Londres depois que o plano A, de estudar na SUA, tinha mudado para o plano B, de ter nosso filho, eu e meu marido decidimos um plano A visualizando os próximos cinquenta anos e futuro do nosso filho Leonardo.
Esse plano começou no dia 3 de janeiro e ainda estamos nele e vamos ver o que o plano B, está preparando para nós.
O que eu tenho aprendido com o plano A e B, é que precisamos do plano A ( decisão) para chegar nele ou no plano B ( Vitoria).
Uma coisa é certa! Mudar de plano A para B não significa de jeito nenhum uma derrota porque a mudança é sempre para MELHOR!
Orando profundamente para abrir meus olhos para minha verdadeira missão neste momento...
Gratidao ao meu mestre neste dia tão importante. Obrigada Sensei!!!
Viva 16 de março!!!!
Escrito no dia 16 de março de 20015
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